Olá pessoal!
Estive um pouco ausente pois fui atè o Rio resolver uns problemas de projeto e sò voltei hoje.
Fui na Barra da Tijuca, onde foi a reunião, mas na hora do almoço sai para almoçar com um amigo meu, no Recreio, e vou te falar, como é lindo aquele lugar.
Sei que o Rio de Janeiro tem violência e muitos outros problemas, como qualquer outra grande cidade, mas se todo o lugar do Rio fosse como o Recreio, eu acho que pensaria bem em trocar Sampa por lá.
Amanhã volto com notícias de arquitetura.
Saudações.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Recreio....
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Teatro Municipal de Itapeva – SP – Vencedor Yuri Vital

Olá Pessoal!
Há algum tempo atrás eu postei nesse blog sobre o concurso para o novo teatro Municipal de Itupeva.
O concurso era mal organizado, com júri desconhecido, cronograma apertado e outros pormenores que nem cabe aqui eu começar a discorrer a respeito, mas que teve um final feliz (por enquanto).
O resultado foi bom, mesmo porque o arquiteto vencedor já demonstrou em outros projetos premiados, como o prêmio IAB 2008 pela Box House, ter uma bela leitura de projeto e uma linguagem bem contemporânea sobre o projeto na cidade.
Parabéns ao Yuri Vital pelo projeto vencedor.
Só espero que da próxima vez organizem o concurso adequadamente.
Saudações
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
1500 vagas e uma saída...
Olá pessoal!
Estive em uma reunião ontem sobre um grande complexo arquitetônico aqui na grande São Paulo, onde estamos desenvolvendo o projeto de toda a área externa.
Quando começamos a conversar sobre os acessos do edifício, pois tínhamos um problema referente à entrada de caminhões, constatamos que apesar de termos dois acessos independentes, um de entrada para cada conjunto de torres, tínhamos apenas um acesso principal.
Vou explicar:
Temos uma guarita principal de controle de acesso, com uma entrada e uma saída. Depois que você entrou no complexo, você tem outros dois acessos, para dividir o fluxo de entrada e saída, mesmo porque são sete torres e quatro subsolos, ou seja, um fluxo enorme de automóveis.
Foi nesse momento então que questionei o arquiteto sobre o número total de vagas.
O arquiteto da construtora comentou comigo que eram em torno de 1500 vagas, sem contar as de visitante, que seriam mais 5% desse valor, ou seja, 75 vagas.
Foi então que todos nós comentamos a mesma coisa:
Apesar de duas saídas independentes, uma para cada conjunto de torres, o acesso da rua é feito apenas em um ponto, que seria na guarita principal.
Sim pessoal, é exatamente isso que vocês estão pensando.
Imaginem às 8 horas da manhã, quando todos estão todos saindo para seus respectivos compromissos, como será o trânsito dentro do próprio edifício?
Se sair somente 10% do número total de veículos do edifício em uma única portaria, que seria o equivalente a 150 carros, será um caos geral.
Como será que alguns arquitetos não pensam nisso?
Quando se trabalha com complexos tão grandes assim, isso precisava ser pensado.
E você? Gostaria de morar ali?
Saudações.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Dom da Arquitetura...
Olá Pessoal!
Minha internet hoje está complicada, mas vamos lá, vou tentar postar algo hoje.
Ontem estava no fim da noite lendo a entrevista do Jean Nouvel na revista da TAM. Não sei por que criticam tanto ele, com tantos trabalhos e tanta arquitetura boa que ele projeta, tem gente ainda que não gosta de seus trabalhos.
Não devemos olhar só o lado ruim, como os “objetos fálicos” que ele fez, mas há muito boa arquitetura em seus desenhos.
Gostei quando ele diz na entrevista que “arquitetura é um dom”. Talvez não de todos os arquitetos, mas de poucos e bons. Peguei-me pensando, à uma hora da manhã se eu tenho ou não esse dom. Acho que sim, acho que tenho o dom, mesmo porque não diria que não. Talvez eu não tenha projetado o edifício do ano, nem mesmo ganhado algum concurso, mas pelo menos tenho a boa vontade de representar meu dom em meus singelos traços de jovem arquiteto.
Assim como suas obras, Nouvel comenta que o futuro da arquitetura será de uma arquitetura vibrante, pois “o pior de uma cidade seria ela ser reconhecida pela sua arquitetura genérica”. Pode ter certeza de que ele fala isso com muita propriedade, já que não existe obra de Jean Nouvel que passa despercebida pelos olhares de nós, cidadãos comuns.
Para finalizar a entrevista, ele diz que gostaria de ter mais tempo para se dedicar a pintura e a escultura. Acho que o tipo de arquitetura que ele faz já é uma escultura, como o Louvre de Abu Dhabi ou a nova Filarmônica de Paris. Isso se eu citar os recentes, mas se citar outros, verão que tenho razão.
É complicado desenhar como esses grandes nomes da arquitetura e ainda agüentar as críticas, tão certos do que estão fazendo, como esses grandes arquitetos. É uma responsabilidade e tanto representar tão fortemente seu dom. Digo isso de uma maneira geral, como o próprio Niemeyer há alguns anos atrás, o PMR ou qualquer outro figurão internacional. Não deve ser fácil ter esse dom tão notório.
Apesar de tudo, de gostar de várias obras de Nouvel e de outros tantos arquitetos, ainda sou muito fã de Peter Zhumtor, que não precisa gritar para ser ouvido.
Saudações.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Garimpando Arquitetura...
Olá Pessoal!
Aproveitando o gancho do blog "Vista Do Observador" (endereço na barra ao lado) e venho comentar também sobre meus "garimpos" de temas acerca de arquitetura, fora nossas já conhecidas AU e Projeto, não descartando também a mais comum Arquitetura e Construção que também tem matérias muito boas.
Pessoas que me conhecem sempre que vêem alguma matéria de arquitetura em alguma revista vem logo me mostrar, e lógico, eu acho muito bom isso, pois em outras revistas que às vezes a gente jamais imaginaria que poderia ter alguma reportagem, lá está ela, comentando do nosso pequeno universo arquitetônico.
Meu sogro viajou para João Pessoa, isso deve fazer no máximo 15 dias, e me trouxe a revista da “TAM Nas Nuvens”, e pra minha surpresa era uma edição especial sobre arquitetura, talvez pela proximidade na época da nossa Bienal de Arquitetura.
A revista tem entrevista com Isay Weinfeld, Jean Nouvel, matérias sobre as novas grandes obras de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Uma revista muito boa, com um conteúdo respeitável.
Para quem quiser, pode entrar no site da revista e lê-la na versão "on-line".
Entre no http://www.tamnasnuvens.com.br/ e clique no ícone acima das capas apresentadas. Escolha as edições anteriores e veja a versão da revista completa.
Outra revista que saiu nesse fim de semana, e que também é bem mais fácil de conseguir, foi à revista VEJA, com uma edição especial sobre os 50 anos da capital do Brasil, Brasília.
Reportagens sobre a época, o projeto, os arquitetos responsáveis e outros assuntos. Uma revista histórica e que merece um lugar na estante.
Ficam aqui as dicas.
Saudações.